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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Até tu Rodolfus?

Tenho o prazer de iniciar essa nova fase do borrifando.

 Seguia normalmente minha rotina; trabalho, bar, churrascos, casa, etc. Quando tive que interromper para mais uma viagem a trabalho. O motivo dessa vez era um Workshop (do latim nomis bunitus di reuniao) Estratégico (do latim mamãe eu sou o luxemburgus). Tratava-se de um evento dividido em duas partes. A primeira, o tal workshop com discussões e etc., e a segunda com uma reunião com apenas as pessoas de meu departamento.

 Irei focar nessa segunda parte, e obviamente borrifar levemente. Nessa reunião tivemos uma dinâmica (do latim atividades di babacas) de dois dias preparando o departamento para mais uma grande mudança estrutural. Até aí tudo bem, mas o problema se encontra na maneira em como isso foi feito.

 O ser humano tem uma tendência a regredir a partir de certo momento, e o mundo corporativo é grande exemplo disso. Quanto mais infantis (entenda por grupinhos, intrigas, etc.) são as atitudes no trabalho, mais elas são tratadas como crianças. E essas dinâmicas demonstram claramente esse ponto. Já participei de algumas desse tipo e pude observar que todas seguem os mesmos padrões, com apenas leves alterações de acordo com o objetivo.

 Pra começar, sempre temos frases como: “Desenhe como seria um mundo perfeito”, “Se você fosse um animal, qual seria?”, “Qual sua maior qualidade?” e a que pra mim é a mais clássica, “Agora vamos fazer um grito de guerra da equipe”.

 Sempre temos uma consultora (do latim eu sei di tudus) com uma voz calma e fina, que não importa o que você disser, sempre vai gostar muito. E quer sempre mostrar por intermédio de métodos lúdicos (do latim fazeres igual crianças) algum ponto. Sabe!? Aquilo que sempre a solução é trabalho em equipe com analogias diversas como todos estarem voando juntos ou no mesmo barco.

 Há um exemplo clássico disso: Todos os participantes ganham uma bexiga e recebem a seguinte instrução, “Quem for o último a ficar com a bexiga cheia, é o ganhador.” Todos saem correndo, parecendo que estão em uma gincana do programa do Gugu (do latim queimo mi rosca) estourando as bexigas um do outro. Ao final, a consultora faz aquela maldita pergunta “O que vocês fizeram de errado nessa atividade?” A resposta mais óbvia seria: “Perdemos nosso tempo estourando bexigas quando podíamos estourar sua cara, sua imbecil.” Mas não, temos aqui mais um clichê, a máxima do trabalho em equipe. Na verdade, todos tinham que ganhar juntos, ninguém deveria estourar a bexiga do outro. Mais uma alusão babaca ao trabalho no dia-a-dia.

 O que podemos concluir é que se trata de mais um instrumento para cegar e moldar Zé-cutivos com promessas de um futuro melhor e fazê-los trabalhar como chimpanzés.

 Agora, para encerrar nossa atividade, vamos fazer uma roda e todos vão resumir em uma palavra o que achou dessa nossa experiência:

“Motivador” (do latim eu era preguiçosus)

“Surpreendente” (do latim não esperava porras nenhumas)

“Educativo” (do latim eu sou burros)

 

A minha resposta: “Chato”

6 Comentários:

jaka disse...

"Assim caminha a Humanidade, a passos de formiga e sem maldade!"

Paulo Dragocinovic disse...

eu acho que o pessoal do RH deve rachar o bico na conversa entre eles depois, contando quem inventou a brincadeira que fazia os outros mais se passarem por idiotas!

Phill Barros disse...

Rodolfus, favor passar no RH amanhã...

Diego?Glommer?Chuck? .? disse...

hahaha!


Cara, sou mais um que odeia esse tipo de coisa.

Sabe... uma vez eu consegui a façanha de irritar a consultora. kaoskaoskaoks!
Foi muito divertido tudo aquilo. Ela quase chorou...
Mas também eu falei que considerava o que ela fazia muito vazio e desconexo com a realidade. Pow... a mulher era tão cega que achava que fazia tipo um bem para a humanidade.
Ela se defendia como se fosse a Madre Teresa. heueheueheue!
"Eu só quero fazer o mundo ver o lado melhor. E que as coisas podem melhorar".


Ah... ela mereceu.

Só que depois ela voltou ao normal e ficou querendo ser minha amiga.
Oh... povinho falso esses consultores. Deve que me xingou de todos os nomes lá na casa dela.

Ah... eu também odeio essas brincadeirinhas imbecis.


Enfim... cara... gostei bastante da forma que vc descreveu tudo isso. Muito bem escrito e bem humorado.


Abraços
.


http://marmotatomica.blogspot.com
Dê uma visitinha lá depois...

Mr. Ziggy disse...

Na verdade, só participando do tal "workshop" pra ver fato como realmente foi. Achei o texto muito bem escrito, engraçado devido à brincadeira com as palavras, o latim etc, mas achei também muito tendencioso. Não conheço o local onde aconteceu o evento, nem qual era a proposta, nem as reais intenções. O que sei é que acho que se utlizar da ludicidade pra tratar de coisas sérias é super válido, divertido e prazeroso. Mas levar isso a sério ou não vai depender muito da mente e da receptividade do participante. Tem gente que cresce e não se permite ser pueril em momentos que abrem espaço pra isso, o que não quer dizer que o que acontece naquele momento não tenho peso, valor e/ou seriedade. Crescemos, somos moldados em uma forma (quadrada, claro) e isso às vezes é triste, porque a mente fica limitada e a autocrítica se torna algo ranhento, ultrapassado, preconceituoso, até. E é isso.
Abraço!

Debi Gorgulho disse...

Duvideodó que você tenha tido a cara de pau de olhar no rostinho da pobre consultora e com uma cara de ** responder: "chato".

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