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terça-feira, 17 de março de 2009

We shall never surrender! Shall we?

Domingo eu fui ao Show do Iron Maiden no Autódromo de Interlagos, palco de grandes emoções para qualquer brasileiro apaixonado por esporte, ou não. E é muito fácil explicar como foi: A competência, preocupação com detalhes, dedicação e relação da banda com o público foi inversamente proporcional à organização do evento, que pelo que li, foi realizada pela Mondo Entretenimento. E eu estou elogiando quando chamo aquilo de organização. Vou dividir o meu texto em duas partes, a primeira vou falar sobre o show, e a segunda sobre o evento.

I – Devoção merecida

Definitivamente, não é a toa que o Iron Maiden continua tocando para multidões no mundo todo após 30 anos de uma carreira irretocável. Isso se deve ao respeito que a banda tem pelos seus fãs, e também porque a banda procura conhecer e atender os desejos dos fãs, mais do que qualquer outra banda grande. Um dia eu falo mais sobre a história e estratégia a longo prazo que a banca criou com a meta de encerrar a carreira com chave de ouro, hoje vou falar do maior show da história da banda.

O show estava marcado para as 8 horas da noite, e o Iron geralmente segue a sua origem inglesa e é pontual, mas dessa vez eles percorreram o caminho da fila que se fazia em volta do autódromo com sua van, então sabiam que muita gente perderia o começo do show, avisaram então aos presentes na pista que só começariam o show quando tivessem certeza que todos entrassem. E assim foi feito, às 10 da noite começa nos telões o discurso de Winston Churchill, convocando a todos a nunca se renderem.

O público se pendurava aonde podia, e tentava não afundar na lama, indo à loucura com cada nota entoada pela banda. Após a terceira música Bruce Dickinson, o melhor frontman que já vi, pediu desculpas pelo atrasou e explicou os motivos. Falou também sobre a turnê, lembrou do show do ano passado quando prometeram voltar com um show maior, e também se desculpou porque a chuva que deu 5 horas antes do show danificou alguns fogos de artifício que seriam usados e também deixaram os telões com alguns pontos em vermelho.

O diálogo de Bruce com o público não é só entre as músicas. Durante as músicas ele consegue ter o público na mão, sabendo o momento exato para pedir palmas, ou soltar o famoso “Scream for me São Paulo...”. Pra mim, o ponto alto foi quando, antes de The Rime of the Ancient Mariner, Bruce explicou que a música foi inspirada em uma poesia feita a 200 anos atrás, por um poeta inglês que naquela época já dizia que tudo que o homem faz contra a natureza, volta com uma força 3 vezes maior contra nós. O Iron Maiden não precisa ficar indo em fóruns de economia, fazendo média com todo mundo como o Sr. Bono Vox. O Maiden consegue através de mensagens inteligentes em suas letras e em seus shows, mostrar ao mundo a sua opinião e fazer com que, pelo menos os seus fãs tenham um comportamento digno.

E por 13 minutos, as 100 mil pessoas ali presentes mergulharam na jornada do velho marinheiro e enfrentaram todos os perigos, passando por calmarias e fogos de artifício. E o público mereceu esse show. Foi incrível como todos ali agüentaram as péssimas condições de acesso, o atraso, e o lamaçal, sem causar nenhum tumulto! Parabéns Iron Maiden pela carreira de sucesso, pelo respeito aos fãs e pelos fãs que tem.


II – Brasil x Grandes Eventos

Não parece óbvio que, para um evento de 30 mil pessoas, apenas uma entrada é insuficiente? E se eu aumentar esse número para 100 mil? Pois é, para nós é óbvio, para uma empresa acostumada a trazer grandes shows para o Brasil, como a Mondo Entretenimento, não é. E por isso, o público foi obrigado a se organizar em uma única fila indiana com mais de 3 km de extensão, dobrando esquinas e quarteirões. E o estacionamento! Ah, o estacionamento era grande, mas quem disse que foi divulgado em algum lugar onde seria o estacionamento, ou até mesmo que teria o estacionamento!

E se vão ter 100 mil pessoas, quer dizer então que muita gente vai ficar bem longe do palco, que tal pensar em um modo de espalhar caixas de som para o fundo, colocar telões adicionais, e de preferência, evitar colocar qualquer coisa que evite a visão desse monte de gente. Pois é, mas foi exatamente o contrário que foi feito. Construíram uma enorme estrutura no meio da pista, a uns 100 metros do palco, e do lado dessa estrutura, montaram duas enormes torres com caixas de som. Quem estava atrás disso, tinha que se espremer nos cantos pra tentar ver entre os vãos das torres de aço, ou então subir nas grandes deixadas por toda a pista. E muita gente subiu! Deixando quem estava atrás deles completamente sem visão do show. Mas eu não os culpo, se você paga 140 reais vai querer ver o show, de qualquer forma! Ah, e vale lembrar que os telões colocados eram um lixo! Todos cheios de falhas.

Na saída do show, mais confusão. Era muita gente pra sair de uma vez nos túneis espremidos montados para “escoar” o público. Em um autódromo daquele tamanho, fizeram de um modo ridículo pra espremer todo o gado! Eu simplesmente não consigo entender como fazem isso. São coisas tão óbvias de se fazer em grandes eventos, mas aqui no Brasil se faz tudo ao contrário!

O antigo recorde de público do Iron Maiden foi na Finlândia. Um país com 1% da nossa população ou menos. Mas que lotou o estádio pra assistir o show, por um simples motivo, o mesmo pelo qual o campeonato australiano de futebol tem uma média de público maior do que o nosso. Organização, respeito ao público, e qualidade. QUALIDADE! É isso que falta na cabeça de quem organiza eventos no Brasil, que prefere fazer algo para tirar o seu da reta depois que acontece confusão, que prefere cortar custos achando que terá um lucro maior no final, quando na verdade o lucro só aumentaria caso todos fossem bem tratados e respeitados.

É uma pena, eu torço que até 2014 novos profissionais capacitados tenham grandes idéias e qualidade suficiente para administrar um evento do porte da Copa do Mundo. O Iron Maiden continuará sempre voltando ao Brasil pelo público fiel que tem, mas como seria bom assistir a um show do Iron Maiden com uma estrutura adequada ao nível da banda.

UP THE IRONS!

1 Comentário:

Tia do Batiman disse...

Ah, cheira meu ovo!!!!

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